Juntas somos mais

Vivemos em tempos violentos, de caos e medo. Mulheres são diuturnamente assassinadas, desrespeitadas e ignoradas. Muito se tem a dizer e poucos ouvidos para escutar.

E invariavelmente se estereotipa discursos reivindicatórios como feministas, como se isso fosse sinônimo de xingamento. Pois bem, não é.


O feminismo nada mais é que um movimento que requer a igualdade dos gêneros e não, não é antônimo de machismo. Também fica longe de um comportamento relacionado ao masculino, isso porque muitas mulheres reproduzem atos machistas.


A história vem dos primórdios da sociedade onde o alicerce era patriarcal. Foi o homem que definiu qual seria o papel da mulher. A denominação masculina o privilegiou e o colocou na direção do carro, às mulheres, “frágeis e doces”, restou o banco detrás.


Então lá pelo fim do século XIX, começo do século XX, as primeiras reivindicações emancipacionistas e a luta por igualdade jurídica, política e econômica surgiram. A reivindicação por condições melhores às mulheres teve êxito e vários direitos foram conquistados como o voto, a educação, a igualdade salarial dentre outros.


Mas as demandas são contínuas e o feminismo contemporâneo reivindica a luta pela libertação da opressão que existe, apesar das conquistas de direitos.

A questão primordial é que nada poderia ter sido conquistado se não houvesse união, sororidade e respeito entre as mulheres.
Juntas, somos mais fortes

Por: Andreia Pereira

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Geferson Oliveira

Músico, Administrador de Empresas, amante da Cultura e cozinheiro nas horas vagas. A pior prisão é a do preconceito! Pessoas normais me assustam! Cria Curvos Y Te Sacarán Los Ojos!

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